Segunda graduação: quando vale a pena investir em uma nova formação?

  • 03/02/2026
(Foto: Reprodução)
Decisão exige planejamento, mas pode ampliar oportunidades e trazer mais satisfação profissional getty images Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, a ideia de cursar uma segunda graduação tem se tornado ainda mais atrativa para os profissionais. Seja para complementar a primeira formação, ampliar as chances de empregabilidade ou até mesmo para conquistar o sentimento de realização, voltar à universidade pode se mostrar uma decisão estratégica. Segundo o professor de qualificação profissional da Escola de Ensino Médio Integral Governador Virgílio Távora, Sávio Silva, a segunda graduação pode ampliar o repertório técnico, aumentar a empregabilidade e diferenciar o profissional no mercado. “Em algumas áreas, especialmente gestão, tecnologia, saúde e educação, uma segunda formação agrega visão multidisciplinar, algo muito valorizado hoje”, completa. Uma virada de chave na carreira Além de complementar, a segunda formação também pode representar uma virada de chave para muitos profissionais que não se encontraram na sua primeira escolha. “Para muitas pessoas, a segunda graduação não é um ‘recomeço’, mas uma correção de rota”, destaca o professor. Sávio pontua que a primeira formação costuma acontecer muito cedo, com pouca vivência profissional. “Com o amadurecimento, a pessoa passa a compreender melhor seus interesses, habilidades e o mercado, e a segunda graduação pode representar um novo direcionamento, com mais satisfação profissional, propósito e melhores oportunidades”, afirma. Ele ainda reforça que ter duas ou mais formações não desqualifica um profissional, muito pelo contrário. “Isso pode abranger seu leque de conhecimentos atraindo oportunidades diversas.” Mesma área ou área diferente? Para os profissionais que pensam em seguir uma segunda graduação, existem dois caminhos: um curso na mesma área ou em área diferente. Para Sávio, seguir na mesma área pode ser vantajoso quando o foco é aprofundamento ou especialização. Já optar por um domínio diferente, pode ser uma decisão ainda mais estratégica. “Combinar, por exemplo, saúde, gestão, tecnologia e comunicação cria perfis muito demandados pelo mercado atual. O ponto central não é ser igual ou diferente, mas fazer sentido juntas”, explica o professor. Sávio Silva, professor de qualificação profissional da Escola de Ensino Médio Integral Governador Virgílio Távora arquivo pessoal Os principais erros Apesar das diversas vantagens, é necessário entender que a decisão de uma nova graduação não é uma solução mágica e imediata para problemas profissionais. Entre os erros mais comuns, o professor menciona a escolha por impulso ou frustração, sem analisar o mercado antes. Sávio também cita que a escolha de um novo curso desconexo de um plano de carreira claro pode se tornar prejudicial ao profissional. “A segunda graduação não deve ser fuga, mas sim uma decisão consciente, alinhada a objetivos reais”, pontua Por fim, o professor ressalta que cada profissional tem perfil, didática e modo de pensar diferente. “Se basear em experiências boas ou ruins dos outros, é uma lógica que deve ser analisada, porém entender que tudo isso depende de uma análise estratégica do mercado em questão.” Está preparado para tomar o próximo passo rumo à trajetória profissional? É hora de dar um passo brilhante, num campus que conecta você a vivências globais. Só a Universidade de Fortaleza (Unifor) abre portas para oportunidades exclusivas no mercado, experiências internacionais, incentivo à arte e cultura, fomento ao esporte e construção de uma carreira de sucesso no mundo, por meio do ensino de excelência. Acesse www.unifor.br para conhecer os cursos de graduação disponíveis e as formas de ingresso para 2026.1.

FONTE: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/guia-de-profissoes/noticia/2026/02/03/segunda-graduacao-quando-vale-a-pena-investir-em-uma-nova-formacao.ghtml


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