(Foto: Reprodução) Maria Emília foi morta a facadas durante uma festa em Vila Boa
Reprodução/Instagram de Maria Emília
Uma jovem de 19 anos foi morta a facadas em uma festa em Vila Boa, no Entorno do Distrito Federal, segundo a Polícia Militar. O feminicídio de Maria Emília Silva Rodrigues teria sido cometido pelo ex-namorado, segundo a amiga Juliana Stefani, de 29 anos. Além da jovem, outra pessoa ficou ferida.
O nome do suspeito não foi divulgado, portanto, o g1 não conseguiu localizar a defesa. A outra pessoa ferida também não foi identificada, por isso, não foi possível atualizar o estado de saúde dela.
O crime aconteceu na madrugada deste domingo (26), durante a MicarêBoa, evento em comemoração aos 34 anos da cidade. Segundo relato da Polícia Militar, a equipe foi acionada após relatos de um homem que estava atacando pessoas com uma faca.
Vídeos em alta no g1
Ao chegar no local, os militares encontraram o homem já contido pela população. Maria Emília e a outra pessoa ferida, que tentou impedir o crime, foram socorridos e levados para um hospital.
“Constatou-se que a vítima do sexo feminino não resistiu aos ferimentos. Já a vítima do sexo masculino, precisou ser transferida para outro hospital, onde seria submetido a procedimento cirúrgico”, informou a PM.
Juliana Stefani, amiga de Maria Emília, conta que o agressor é ex-namorado da jovem e não aceitava o fim do relacionamento. Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi preso por feminicídio e tentativa de homicídio qualificado.
Homenagens
A Prefeitura de Vila Boa lamentou a morte e destacou que o que ocorreu foi um "ato de violência cruel e injustificável". Na nota, o prefeito Rubens Francisco se solidarizou e desejou força aos familiares e amigos da jovem.
"Sua partida precoce deixa um vazio imenso no coração de familiares, amigos e de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la. Era uma pessoa cheia de sonhos, luz e bondade, que espalhava carinho por onde passava e tinha um futuro promissor pela frente", diz o texto.
Juliana conta que conheceu Maria quando as duas moravam em fazendas próximas uma da outra e pegavam ônibus juntas. Ela descreve a jovem como uma pessoa doce, educada e talentosa.
Familiares e amigos publicaram homenagens para Emília e lamentaram sua partida. Em uma delas, uma pessoa escreveu: "Uma menina de boa, cheia de sonhos [...] Mais uma vida perdida por causa de um monstro! Até quando isso?".