Funcionária pública morre após atropelamento em Mauá; família cobra investigação sobre possível racha

  • 07/06/2026
(Foto: Reprodução)
Priscila Cabral morreu após ser atropelada por carro em Mauá Arquivo Pessoal Uma funcionária pública de 44 anos morreu na última quinta-feira (4), quatro dias após ser atropelada na Avenida Capitão João, na região central de Mauá, na Grande São Paulo. Priscila Meneses Cabral foi enterrada neste domingo (7), em Ribeirão Pires. Amigos e familiares cobram por Justiça, pela identificação do motorista que fugiu do local e uma investigação sobre a suspeita de que ele participava de um racha no momento do acidente (veja mais abaixo). De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial de Mauá, o atropelamento aconteceu por volta das 3h04 do dia 31 de maio, na altura do número 1.031 da avenida. O namorado de Priscila relatou que o casal havia saído de um bar e se preparava para ir embora quando percebeu que a bateria do carro não funcionava. Ele afirma que se afastou por alguns instantes para pedir ajuda a pessoas que pudessem empurrar o veículo, enquanto Priscila aguardava no local. Pouco depois, ouviu um estrondo. Ao voltar a atenção para a avenida, viu a companheira caída após ter sido atropelada. Policiais militares que atenderam a ocorrência encontraram dois veículos danificados no local, incluindo o carro que atingiu Priscila. No entanto, moradores relataram que um terceiro veículo, uma BMW azul, também estaria envolvido no acidente. Segundo essas testemunhas, o motorista da BMW trafegava em alta velocidade e deixou o local sem prestar socorro. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o motorista do carro que atropelou a funcionária pública afirmou que seguia no sentido bairro-centro quando foi ultrapassado pela BMW, que teria invadido a contramão em alta velocidade. Ele disse que tentou frear, mas perdeu o controle da direção, atingindo Priscila e outro veículo. Ressaltou que foi ele quem chamou uma unidade de Resgate. Após permanecer internada por quatro dias com fraturas nas pernas e traumatismo craniano, Priscila não resistiu aos ferimentos e morreu na quarta-feira (4). Ela deixou duas filhas, de 11 e 20 anos. O velório foi realizado no sábado (6), e o enterro ocorreu neste domingo (7). Pedido por Justiça Ao g1, familiares e amigos disseram que esperam que as circunstâncias do atropelamento sejam esclarecidas e que todos os envolvidos sejam identificados e responsabilizados. Com esse objetivo, uma campanha com a frase "Justiça pela Pri" passou a ser divulgada nas redes sociais. "Não foi acidente. Foi imprudência. Priscila foi atropelada na madrugada de domingo, na Avenida Capitão João, em Mauá, por um irresponsável apostando racha. Queremos justiça. Ele não pode ficar impune. A vida dela foi interrompida. A dor da nossa família é imensa, mas nossa voz será mais forte", diz um dos materiais da campanha. Testemunhas ouvidas pela família afirmam que o motorista da BMW e o condutor do veículo que atingiu Priscila participavam de um racha no momento do acidente. A informação, no entanto, ainda é investigada pela Polícia Civil. "Ela era uma pessoa alegre, querida por todos que a conheciam. Estamos pedindo justiça. Precisamos que o responsável seja identificado e preso. Se realmente havia um racha, que todos os envolvidos sejam encontrados e responsabilizados", afirmou uma amiga da vítima, que preferiu não se identificar. Priscila Cabral morreu após ser atropelada por carro em Mauá Arquivo Pessoal

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/06/07/funcionaria-publica-morre-apos-atropelamento-em-maua-familia-cobra-investigacao-sobre-possivel-racha.ghtml


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