Corpo de pedreiro morto pela PM é velado em São Gonçalo
28/05/2026
(Foto: Reprodução) Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, foi morto pela PM em São Gonçalo
Reprodução
O corpo do pedreiro Marcelo da Cruz Silva, morto por policiais militares na quarta-feira (27), é velado no início da tarde desta quinta-feira (28), no Cemitério São Miguel, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O enterro está previsto para 15h.
Marcelo, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, estavam em uma motocicleta na região da Ipuca, no bairro Jardim Catarina, quando foram atingidos por disparos feitos por PMs. Eles saíam de casa para trabalhar em uma obra e levavam marmitas e ferramentas.
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Em nota, a Polícia Militar lamentou as mortes. “A corporação lamenta a morte de Marcelo da Cruz Silva e de Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações, colaborando integralmente com as investigações do caso.”
Agora no g1
Moradores relataram que os disparos ocorreram entre 7h e 7h30 de quarta-feira. A Polícia Militar informou que os agentes estavam na região para dar apoio a uma operadora de telefonia. Segundo a corporação, aquele seria o primeiro dia de trabalho, com previsão de duração de nove dias.
A perícia da Polícia Civil encontrou uma ferramenta, descrita como uma régua de pedreiro, a cerca de 150 metros dos corpos das vítimas.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG).
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A perícia da encontrou uma ferramenta, descrita como uma régua de pedreiro, a cerca de 150 metros dos corpos das vítimas
Layla Mussi/O São Gonçalo
O que dizem os citados
“A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que , de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), um procedimento apuratório segue em curso para averiguar todas as circunstâncias na qual policiais militares atingiram dois homens em uma motocicleta, durante ocupação na localidade de Ipuca, na manhã desta quarta-feira (27/05). O local foi isolado e a Delegacia de Homicídios da região foi acionada. A Corporação lamenta a morte do Marcelo da Cruz Silva e do Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.”